sexta-feira, 20 de maio de 2011

Angina.

O peito dói
Dizem que é “angina”.
Não sei o que é ao certo, vou dar uma pesquisada na Matrix para descobrir...
Ela surge de tempos em tempos.
Em momentos de estresse, amargura ou limites excedidos; lá esta ela cobrando o sedentarismo.
Deve ter um fundo psicológico além do patológico....
Acho que em alguns casos, a mente é quem dá inicio a patologia....sei lá.

Procuro esquecer, tornar menos importante a incomoda dor física e seguir meu caminho.
Quando me distraio a enfermidade se dissolve, mas não posso viver distraído.
 Talvez devesse levar a vida menos a sério, me preocupar um pouco menos com certos acontecimentos, e deixar a correnteza me arrastar vez ou outra.
Na verdade, vou encontrar uma função para este adjetivo...acho que vou transformá-lo em substantivo...Angina.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Rumo a extinção.

Aos poucos o destino vai cobrando do homem a arrogância que infringiu a natureza ao longo dos séculos.
Quem nós pensamos que somos?
A terra já teve várias gerações de espécimes dominantes, algumas (muitas) com até mais longevidade do que nós.

Não importa o conceito de tempo utilizado.
Fatalmente seremos sobrepujados naturalmente.
É a teoria de Darwin.
Evolução.
É a teoria religiosa.
Arrebatamento.
São teorias que nos levam ao mesmo fim.
Renovação.
A conduta humana segue na contramão.
Extinção.
Somos meras crianças cósmicas.
O mais cruel e temível vírus de destruição que transita sobre a terra.
Homo Sapiens.
Estamos vagando aleatoriamente perpetrando o mal e disseminando o egoísmo, sem saber ao certo qual é a nossa missão.
Somos o câncer do nosso planeta.
A personificação do desequilíbrio.
Somos os cavaleiros do apocalipse...
Fome, Morte, Peste e Guerra, todos em um só ser com alternância de prevalecimento nas personalidades hora dominantes na inconstância humana.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Um abraço forte...

Um beijo de irmão, ou de irmã.
A sinceridade do prazer ao desejar o bem.
Transparecer a admiração nos menores atos.
Sorrir.
Entender que sempre há um motivo para as ações que tomamos, embora este não seja notório.
É preciso ouvir, sempre.
Ouvir mais do que as palavras proferidas ou transcritas...
Ver além dos atos, enxergar com os sentidos abstratos.
Amadurecer os impulsos.
Perceber que o caminho de cada um é diferente, ainda que pisemos sobre as mesmas pegadas..pois nem os gêmeos são iguais.



terça-feira, 17 de maio de 2011

O avanço das Tropas

Será que não é perceptível que os processos de cassação dos ditadores não passam de um plano maior?
Claro que foi e é perfeitamente contextualizado como um ato de libertação.
Mas será que é um movimento genuinamente do povo e não algo plantado por terceiros visando interesses econômicos?

Os países de primeiro mundo traçam suas estratégias e pregam a soberania deixando de lado a ética, influenciam subliminarmente o povo, causam a revolta e adentram as fronteiras alheias com a desculpa de ajudar.
É claro que era preciso ajudar ou interceder de alguma forma para evitar o massacre do povo.
O que cogito é a real motivação para a invasão estrangeira em países, que concentram vastas reservas petrolíferas.

Percebemos claramente no caso do Sadam as mentiras que foram contadas, pois não foi descoberto nenhum arsenal até hoje, provavelmente ele esta sendo interrogado pessoalmente por Mefisto neste momento.

Há fatos que desconhecemos e que alimentados pela insatisfação latente da massa, geram um cenário ideal, para que os reais interesses sigam camuflados no meio da guerra civil.

É como um intricado jogo de Xadrez, onde cada jogada pode demorar muito tempo para surtir o real resultado.
Neste caso, talvez a nossa próxima geração veja o produto resultante das ações tomadas hoje; primeiro deve ocorrer a miséria ainda maior que a existente, e depois de enfraquecer suficientemente os alvos, os aliados conseguem acordos comerciais absurdos alavancados pelo desespero alheio....  em algum momento eles nos focarão, se é que já não há um plano em andamento.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Para o alto e avante?

Ele correu em direção ao penhasco e subitamente se lançou no ar.
Estranhamente a gravidade não o afetou.
Newton ficaria puto....a lei da gravidade na se aplicou neste caso.
O corpo subiu apreciando a silhueta de tudo que ficava para baixo.
Primeiro surgiram as delineações das quadras formatando o terreno.
Minutos depois as formas se perderam e ganharam um traço genérico.
Por fim azulado e esbranquiçado.

Pensou que iria sentir frio, mas não foi assim.
Não se preocupou com o oxigênio, pois subitamente tinha a certeza que poderia ficar sem ar por horas, talvez dias.
Percebeu a terra redonda e notou que o sol sumia no outro extremo do planeta.
Crepúsculo global.

Deu as costas e foi em direção a lua.
Seu corpo não possuía peso.
Concentrou-se firmemente na velocidade e em minutos alcançou o planeta branco.
O solo era poroso e ao longe via a bandeira congelada.
Deu um salto e pousou bem próximo do objeto, deu alguns passos descalços e em seguida arrancou-o.

Dane-se a soberania.
Nascemos livres.

Jogou o objeto no vácuo sideral e impulsionou o corpo de volta a mãe.
Alcanço o planeta em minutos.
Acelerou ao máximo.
Sentia a resistência do Ar ao seu redor, percebia o calor em forma cônica ameaçando consumir seu corpo.
Não havia por que diminuir a velocidade seu desejo era se desintegrar na reentrada na atmosfera, surgiu um clarão e depois....o nada.

Abriu os olhos na cama subitamente encarando o teto.
Pensou no sonho louco que tivera, sentou-se na beira da cama e percebeu que seus pés estavam sujos.

Início dos 7 dias...


Aqui estamos nós.
Mais uma segunda feira para mergulharmos no tédio do trabalho.
O dia da semana é segunda, mas começa quando você decidir.
Definir o início de algo é um fato didático que nos foi transmitido no primário.
Agora que estamos um pouco mais maduros, conseguimos perceber que a cadeia de eventos começa bem antes de notarmos o resultado, e termos que tomar alguma ação efetiva.
É como se alguém jogasse uma pedra em um ponto qualquer do oceano, e a onda do impacto chegasse até nós em um ponto qualquer distante do marco zero.

A semana tem sete dias com nomes predefinidos, mas o momento de iniciar é seu, só você pode ditar seu ritmo, se quiser iniciar na quarta, que seja; basta contar sete dias a partir do momento decidido; quem vai te impedir?

Pense bem, o ato de trabalhar é glorificante, é um desafio vivido minuto a minuto.   
O que cansa é a necessidade de suprir a desatenção dos outros, compensar os erros por displicência de terceiros.
Na correria você acaba cometendo os seus próprios erros, seu fator imunológico cai e você adoece.                                                                                                                        
Seria fácil apenas aplicar os procedimentos teóricos com um ajuste aqui e outro ali, se cada um tivesse uma espécie de auto-comprometimento com as ações que desenvolve.
Bom não tem jeito.                                                                                                                                        Vamos lá!
Mergulharemos na apnéia do dever e da obrigação.
Vamos ser otimistas e pensar que para cada ato de pessimismo que nos chegue, teremos no mínimo dois de otimismo, ou apenas um fato que nos faça acreditar que o amanha poderá ser melhor, seguiremos sem nos entregar, pois este é o resultado esperado por quem você menos presta atenção.

domingo, 15 de maio de 2011

Pangéia moderna


União nas catástrofes.
Afastamento no dia a dia.
Tem sido assim o tratamento entre os humanos.
Toleram-se, mas sentem pouca compaixão.
Aliais, não sentem nada por ninguém além de si.
Fingem Amar, dissimulam o considerar.